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Na área da saúde bocal, há muitas ideias invertidas, tais como “dente artificial é melhor do que natural” ou “dente natural é fraco e não dura a vida toda”. Na verdade, os dentes são feitos de uma combinação de tecidos: esmalte, dentina e tecido pulpar. Eles não se reparam, como a pele que se cicatriza ou o osso que se calcifica, porque eles foram feitos para nunca serem destruídos.

Há, contudo, casos de perda dentária. Isso é, geralmente, causado por inflamações graves da gengiva, tratamentos dentários incorretos ou acidentes. Quem sofre com esse mal, esconde o sorriso e deve evitar certos tipos de alimentos.

A troca de dentadura pelo implante é uma das soluções da Implantodontia. Mas, afinal, o que é um implante? É a substituição do dente por elementos metálicos, que, por sua vez, são colocados abaixo da gengiva e dentro do osso através de um pequeno orifício, assumindo o papel de uma raiz dentária. O índice de sucesso dos implantes é altíssimo – cerca de 98%.

Em outras palavras, um implante nada mais é do que um parafuso feito de metal de titânio. Coloca-se o material e o dente em seguida. Acha que dói? Ledo engano, pois na verdade não há dor, além de ser um procedimento seguro.

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Para os adultos acima de 60 anos a Implantodontia é permitida, desde que o paciente tenha uma boa saúde.

Como funciona

O dente colocado sobre o implante – o parafuso – tem vida útil e está sujeito ao envelhecimento. O limite e o período de trocas são definidos pelo material da prótese utilizada. É recomendada a substituição a cada dez anos, por exemplo, no caso da porcelana.

Uma vez que o paciente decide realizar a cirurgia de implante dentário, o dentista solicita exames de radiografia panorâmica e tomografia computadorizada, para conhecer a altura e a largura dos ossos. Afinal, o implante precisa ter o tamanho adequado para o tratamento correto.

O exame pré-operatório também é fundamental. Estar em boa saúde e livre de doenças complicadas é um dos requisitos necessários.

Restrições

A melhor idade para colocação de implantes é no mínimo de 18 anos. Para os adultos acima de 60 anos é permitida a cirurgia, desde que o paciente tenha um quadro de saúde satisfatório. Gestantes estão proibidas.

O problema é perigoso em crianças, porque a estrutura óssea que suporta os dentes ainda está em fase de crescimento, e o implante não acompanha o crescimento dos ossos na mesma proporção.

Outro mito é sobre o paciente diabético, que pode, sim, realizar o procedimento, desde que esteja com os medicamentos em dia. O fator de coagulação não impedirá, nesse caso, a cicatrização.

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