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Dentadura: o que é e quais os tipos disponíveis?

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Recursos como a dentadura se tornaram mais acessíveis à renda do brasileiro.

Essa inquietação, contudo, não se refere apenas à possibilidade de ter um sorriso perfeito. A qualidade de vida se tornou um motivo forte para se investir na saúde dentária. Afinal, eles são importantes na digestão dos alimentos.

Logo, se você cuida bem dos dentes, está se preocupando com a sua saúde de uma forma geral.

Ao longo deste texto, você saberá mais sobre dentaduras, seus tipos, durabilidade e o porquê de contar com um profissional de confiança para realizar o tratamento.

O que é a dentadura?

Também conhecida como prótese, exerce a função de substituição dos dentes originais. Porém, diferentemente dos implantes, geralmente são móveis e podem ser retirados e repostos na boca sem problemas.

Com o passar dos anos e a evolução da tecnologia, esses dentes suplentes foram se tornando cada vez mais parecidos com os naturais e melhorando o resultado final. O sorriso de quem os usa, hoje, é bem natural e, se forem feitos por um profissional ou clínica preocupados com o bem-estar do paciente, não é possível perceber que não se trata de dentes verdadeiros.

O conforto também é um aspecto que foi desenvolvido no decorrer do tempo. Evidentemente, há um período de adaptação do usuário. Depois disso normalmente não há incômodos e transtornos.

As próteses são apoiadas na gengiva através de uma base acrílica com o seu mesmo tom de cor. De acordo com o tipo, há a cobertura total do palato, o céu da boca. Já a inferior impossibilita esse formato e se apresenta como se fosse uma ferradura.

Todas as dentaduras são feitas sob medida, com a ajuda de um protético, baseado em um molde tirado da boca do paciente. O tipo mais adequado é determinado pelo dentista. Conheça essa variedade a seguir.

Quais são os tipos de próteses disponíveis?

A variedade a ser usada depende da necessidade do usuário. São três tipos, cujas informações detalhadas você terá a partir de agora.

Total

Essa modalidade, a mais usada, é a mais apropriada para quem não tem dentes naturais, tanto os superiores quanto os inferiores. Todos podem ser substituídos.

Como é móvel, sua remoção pode ser feita pelo próprio usuário, no momento em que quiser. Sua limpeza é bem simples e pode ser feita através de uma escovação normal.

Esteticamente, o resultado é muito bom e o sorriso fica idêntico ao de dentes naturais. As funções dos dentes não devem nada à dentição original.

Esse tipo de dentadura é a que tem um preço mais baixo em comparação aos outros. No entanto, em alguns casos, é necessário usar adesivos para uma melhor fixação da peça, o que aumenta os custos totais. Além disso, é preciso ter um cuidado especial com o recurso usado para fixação, pois ele deve ser bem colocado. Caso contrário, pode causar problemas.

Parcial

É uma variedade que tem o mesmo funcionamento da dentadura total, com uma única diferença: não substitui todos os dentes da boca, apenas os que foram perdidos.

Também removível, necessita de adesivos ou produtos especiais, dependendo da unidade. Sua limpeza se dá do mesmo modo, através da escovação com pasta dental.

Apesar de não contar com a arcada dentária completa, tem um bom funcionamento e, mesmo estando ao lado dos dentes naturais, não têm diferenças visíveis entre eles. Não há como perceber que se trata de uma prótese. O sorriso se torna bem espontâneo.

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Permanente

Este é o popular implante dentário. Tem um benefício em relação aos tipos parcial e total: o resultado, que já é natural, fica ainda melhor.

Como o próprio nome diz, essa prótese não é móvel e, por conta disso, não precisa ser fixada com nenhum material de apoio. Não há riscos, por exemplo, de a peça cair em momentos inapropriados.

Neste caso, cada dente é colocado em separado, sem ter nada que os una, como nos modelos anteriores. Para isso, é usado um pino, que faz o papel da raiz. Sua fixação é feita no osso, sem adesivos. Assim, a peça artificial tem o mesmo funcionamento da dentição original.

Dos três tipos mencionados, é o que exige um investimento maior, mas, como você pôde perceber, as vantagens são maiores. Entretanto, se houver algum contratempo, sua solução é mais trabalhosa do que algo similar que possa acontecer em uma dentadura móvel.

Busque um profissional de confiança

Para que um projeto esteja de acordo com as expectativas do paciente, é fundamental ter ao seu lado um profissional que realmente esteja preparado e comprometido em oferecer um tratamento de qualidade. Sendo assim, um dos passos mais importantes é escolher o dentista responsável por tudo isso.

Assim como qualquer pessoa que presta serviços, um profissional que cuida dos dentes deve ser atencioso e disposto a resolver o problema de cada paciente, antes de mais nada. Para isso, deve também saber ouvir.

Quando se trata de uma dentadura ou qualquer outro tratamento dentário, um aspecto muito importante é a segurança passada pelo profissional, pois se trata de algo específico.

No caso da dentadura, ele escolhe o tipo a ser utilizado, define coloração, analisa a arcada dentária e também envia a documentação para o protético, que também deve ser alguém de confiança. A responsabilidade se torna muito grande.

Para se ter essa sensação, uma boa opção é contar com um profissional especializado no tratamento, e que tenha boas referências. Fazer uma busca na Internet ajuda a encontrar informações e a adquirir segurança.

Ter indicações de conhecidos também auxilia a adquirir confiança no profissional escolhido. Obviamente, essas recomendações devem partir de pessoas que também tenham créditos.

A primeira consulta é crucial para o estabelecimento ou não dessa parceria. O principal ponto, que não pode deixar de ser observado, é a disposição do dentista em resolver os problemas do paciente. Se ele mal consegue expressar o que está acontecendo e quais são as suas dores, dificilmente estará apto para pôr fim em todos os transtornos.

Após esse primeiro encontro, é possível verificar se o tratamento com o dentista escolhido continua ou não. Essa decisão é muito importante, pois os prejuízos, tanto financeiros quanto para o tratamento, são maiores se a parceria for interrompida antes do final.

Porém, se houver um problema muito sério, tente conversar e resolvê-lo. Se não houver mais saída, desistir do tratamento certamente não é a melhor saída, mas pode ser considerado trocar de profissional. Afinal, se a confiança desaparece, não há motivos para seguir em frente.

Quanto tempo leva para se acostumar com a dentadura?

O uso de uma dentadura traz de volta o sorriso e faz com que uma pessoa que perdeu os dentes, seja por qual motivo for, leve uma vida normal, inclusive nas atividades mais triviais, como falar e comer.

Contudo, o período inicial de utilização é marcado pela adaptação. Em um primeiro momento, o usuário sente algo diferente, pois os músculos da língua e das bochechas não estão devidamente ajustadas ao equipamento.

Não é uma regra, mas podem aparecer feridas ou irritações menores, além de um aumento na salivação. É claro que isso não dura para sempre. Quando a boca estiver ajustada à presença da dentadura, todos esses sintomas vão desaparecendo naturalmente e de maneira gradual.

Normalmente, o dentista acompanha essa fase período, mesmo se não houver sinais físicos. Uma ou duas consultas podem ser suficientes. Mas mesmo depois desse período, se houver irritação, o profissional deve ser procurado o quanto antes.

A alimentação merece cuidados especiais durante essa fase. Nos primeiros dias, deve-se dar preferências a alimentos mais moles e nada grande demais: tudo deve ser cortado em pequenos pedaços.

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A alimentação deve ser muito bem pensada, principalmente no período de adaptação à prótese, quando a boca se torna mais sensível.

Para aprender mais rápido a mastigar usando a nova dentadura, o melhor a fazer é treinar ambos os lados, para evitar que a peça se movimente de forma desnecessária. Itens quentes e pontiagudos podem causar problemas nessa fase.

A introdução de alimentos mais rígidos deve ser feita aos poucos, até que a dieta volte a ser normalizada.

A fala, por sua vez, também exige uma boa prática para que a pronúncia volte ao normal. E assim como a alimentação, também exige treino. Para essa prática, ler em voz alta, repetindo as palavras que causam mais dificuldades, é uma alternativa interessante.

É importante prestar atenção na dentadura enquanto fala. Se ela fizer barulho, a pronúncia deve ser mais devagar. Uma risada ou tosse pode fazer com que a peça escorregue e saia do lugar. Para voltar ao normal discretamente, basta mordê-las suavemente e fazer o movimento de engolir.

Essa adaptação varia de acordo com o indivíduo, mas em média ela costuma durar algumas semanas.

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Que cuidados devo ter?

Mesmo que não se trate de dentes genuínos, a dentadura necessita de cuidados muito especiais, pois isso está diretamente ligado à sua beleza e durabilidade. Veja agora 5 deles:

1 – Limpeza

A limpeza deve ser feita sobre uma superfície macia, para que não haja problemas em caso de queda acidental. Uma toalha dobrada já é suficiente para proteger a peça.

Um detergente neutro ou sabonete também podem ser usados para a lavagem da dentadura. Nesses casos, o enxágue deve ser muito bem feito. Já cremes dentais abrasivos e outros produtos de limpeza são desaconselháveis para essa tarefa.

2 – Escovação

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O trio pasta dental, escova e toalha ajuda a conservar a peça e livrá-la de quedas.

O procedimento é similar ao dos dentes naturais, com escova e pasta dental.

Há modelos exclusivos para dentaduras, pois contam com recursos que possibilitam uma higienização mais efetiva. As cerdas são projetadas para atingirem todas as regiões da prótese que são possíveis apenas com a escovação. Se for difícil encontrar este recurso, uma escova comum dá conta do recado.

Os modelos duros podem causar problemas para a peça. Portanto, prefira os macios ou médios, que também mantém o plástico intacto, bem como a estrutura dentária.

Este hábito previne o aparecimento de manchas e formação de placa.

3 – Mantê-la molhada

Você já deve ter visto alguém colocar a prótese em um copo com água. Essa é uma prática comum e que ajuda na sua durabilidade, pois a peça deve estar sempre molhada. Para quem não tem o costume de dormir com a dentadura, é fundamental colocá-la dessa maneira ou em uma imersão especial.

Em caso de partes metálicas, alguns produtos podem causar problemas. O dentista deve recomendar um produto que não prejudique a peça ou então o usuário pode apostar na água para conservá-la.

4 – Evitar repará-la sozinho

Se a dentadura perder o seu ajuste com o tempo, a tática do faça você mesmo tem grandes chances de não ser bem-sucedida. Além de irritação, úlceras podem aparecer e a peça pode ter danos permanentes. Produtos com essa finalidade, como colas, devem ser recomendados pelo dentista.

5 – Ir ao dentista

O profissional deve ser consultado também em caso de qualquer dano à prótese, como rachadura ou quebra. Ele tem recursos para recuperar a peça na hora ou enviar para um laboratório.

O dentista também pode solucionar alguns problemas relacionados com algum incômodo que possa surgir.

Você viu que é possível usar dentadura e manter a qualidade de vida ao se alimentar bem e falar perfeitamente. Também conheceu seus tipos, utilidades, período de adaptação e os cuidados especiais que se deve ter com a peça.

Ao ler os outros textos do blog, você tem mais informações sobre saúde bucal e dicas relevantes de como cuidar melhor de seus dentes.

Não se esqueça de comentar em caso de dúvidas ou para contar sua experiência com dentaduras. Outros leitores estão ansiosos para ler o seu relato.

About the Author:Carolina Caram

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